Fazemos as nossas próprias escolhas,
Por mais que doa,
Ou nos delicie a alma,
Somos sujeitos do desejo.
Não há questão,
Mesmo na contra mão,
Existe o momento, a opção.
Caminhamos assim,
No dito, no feito,
Como sujeitos e donos de si.
Somos imperfeitos,
Mal acabados e enjambrados,
Suficientes e inertes,
Dentro do próprio desejo.
Até que a morte nos carregue,
Plenos de nada,
Nada a declarar.
Pois eu,



