Radio A Toa

domingo, dezembro 08, 2013

Bewirken!




..lembra? Eu lembro a cada hora que incorporo e me misturo na dança, a musa louca recoberta de beijos e carícias vis, assim relembram os neuronios esperando, descolar-se da rede neural, por outra via inventaria uma mentira e saíria a francesa pela esquerda, eu sei que há quem prefira à direita, a qualquer momento o alho pode faltar à salada. Diria um verdadeiro chef ...não tenho mais fé tudo que creio me frusta, nem sei aonde se encontra a resposta parece, é que acreditei em nada. De vazio ou, vazios vou preenchendo lacunas meio estranho vou dizendo o que não interessa a ninguém... fantasma cheio de crenças e disfarces, secas econômicas. Meio fio guia de volta ....de novo catch that train!


Quero dizer qualquer coisa em um editor de textos e as vezes me acabo sem saber o que dizer queria ter ao menos uma ideia para continuar a falar, sendo assim reinvento a canção e vou girando entre as palavras em um sem meio ou medidas para metrificar, nem tenho certeza se a palavra é geométrica, se faz curvas ou se torce suas linhas numa deformação planejada, não me recordo de nenhuma lembrança ou de assanhamento maior ao usar um novo editor de textos, vá lá acho que merecemos mais palavras menos trocadilhos ao reinventar o passado, estamos aqui e isso em nada modifica as malemolências do presente ao qual devemos estar atentos e fortes. em constante estado de alerta observando o obtuso pelo congruente, sem ao menos deixar pista sobre qualquer outra percepção de portas escancaradas o não vazias de conteúdo ou cheias símbolos a torturarem-se uns entre os outros...quimera psicossomática.


Daqui da pra ver o que ocorre nas entrelinhas da nossa estoria, de lá não sei, a visão suponha-a como sonho, de novo me ocorre que me reconheço no outro com ou sem antipatias misantrópicas, o que resta ao lixo senão o luxo?

Se me pergunta nem sempre sei a resposta, de outra maneira posso dar um palpite e emprestar o scanner. Parece frase feita que não encontra ponto, olhos vividos observando de maneira sensível as conclusões que outros apresentam sobre o que entendo como aceitavel e expressivo sobre a dor. Uma volátil ..?l sensação me faz crer em outras coisas do que as que vejo agora saio em missão na busca de mim mesmo, ou de encontro ao desconhecido que no momento se nega a revelar-se. Ta vendo falta muito puco a dizer sem sem nada prta postar sem nada á dizer, supondo-se sem contradições ou seja sei lá.....Falava assim repetindo as palavras ditas do Senhor: Amai-vos uns aos outros....um faça pelo outro....dito assim criou espaço e desandou....boa ótica de kaolho....submarino amarelo e lsd barato ...sendo assim que seja agora e. Depois de amanhã.supomos dito ássim o canto da felicidade.....

De manhã rock'n'roll a noite flauta magica e outras lendas de babilônias transcendentais-heavy metal e cueca de seda chinesa de dois e tal na rua da alfândega esquina com buenos aires desconheço encontro de fronteiras latinas...? Phrases banalis vão se formando dando volume de letras um bloco de texto a discorrer um  ''cut'n'paste'' virtual de fragmentos neuróticos, mais um dia a dia sem tirar nem por, véspera de horário de verão e tardes ensolaradas.

quinta-feira, dezembro 05, 2013

a fala ou o phallu



Quem não fala não ouve
por isso continuamos calados!
não ouvimos nada.
sequer confessamos,
em leitos mudos de silencio,
ásperas palavras que parecerão suaves
como um sussurro ao léu.
movimentos de fala e,
boca torta pelo vicio do cachimbo.

terça-feira, outubro 15, 2013

....



Que mentira fudida!
Era, tudo que ele disse sobre o slogan global, fora da rede de intrigas que isola o poder só a servidão pode nos assustar, sendo assim vamos em frente lutando como bravos, havia um tempo que outras infâmias eram as vigentes mas, aí enredo era outro  que poderia ser explanado com o que olhamos dia a dia na realidade a nos colorir o olhar, reinventando a maneira de ver. Esta é a parte da lenda que certifica existências alheias. Parece que no momento não tenho nada a dizer mas a palavra está engasgada entre sussurros que explodem aos ouvidos, de outra maneira busco no silencio um eco para sentimentos que carecem de expressão sem que seja necessário verbalizar uma sinfonia aos surdos, ou refazer lembranças de um antigo amor. Seguir a diante sem parar em busca de um horizonte possível na próxima esquina ou na palavra esquecida pelos poetas e fanzines mimeógrafados vendidos  mesa à mesa na tentativa de garantir o pão de cada dia, o verso fake na boca dos comprometidos com o sistema não fala o  que afirmam os não comprometidos misteriosos guerreiros de zonas autônomas temporárias, por outro lado me parece que não faltam palavras a quem quer dizer algo a quem quer que seja  mesmo assim gravamos nos chips as vozes que afirmam o nosso deslumbre tecnológico e o encantamento afetivo.
Pouco se fala sobre o que realmente interessa quando lutamos por nossos interesses, o feitor de nossa servidão são, por eles nos calamos num Jardim de torturas vamos levando o dia a dia  engoolindo sapos, sem nada a dizer caímos no hiato das nossa verdades e ficamos assim naegando no vácuo o silêncio alheio. Parado por pouco tempo refletindo sobre as incertezas da alma descubro o inesperado sussurrando aos ouvidos blasfêmias sobre a normalidade e as esperanças silenciadas pelo conformismo de quem abre mão de sua liberdade para servir, na falsa ilusão de poder cedido pelos feitores e seus capangas. Mesmo que o sonho persista na linguagem dos pesadelos cotinuamos a nos impressionar com as capacidades da imaginação onírica de transformar realidades alheias ao consciente que nos censura e civiliza bloqueando a verdade de nossos desejos, transformando o selvagem em domesticados servos,  escondendo atrás de portas intrigas armadas pela conspiração dos que almejam o poder. Talvez outros sentimentos nos mobilize mas sabe-se lá quais são os designos da perfidia entre os cumplíces destes crimes que descaracterizam a lnguagem e desobedecem as leis da tradução a cedlha , o til a formar frase ou seja, assim de maneira erudita, digo nada!

quarta-feira, outubro 02, 2013

Pois sim!



Pois sim!

Pois eu, depois de tudo,
Não sei mais do outro "holofrasado"
Com significantes tatuados no meu coração.

Pois eu, agora e também,
Não quero mais de nuvens viver
Em parcerias com tempestades e ventanias.

Pois nós, caríssimo coração,
Cicatrizamos nossas dores de amores vazios,
De tanto tentar o para sempre 
Há de vir,
Há de ser,
Há de valer,
Há de acontecer...

Pois sim!



* Holófrase

Isso tudo acontece em sujeitos neuróticos, ou seja, sujeitos “normais”. Lacan, não obstante, sinaliza a possibilidade de outra estruturação que produzirá como um de seus possíveis resultados o fenômeno psicossomático. Trata-se do congelamento entre S1 e S2. Como dissemos acima, normalmente o significante do desejo do Outro (S1) é posto em relação com os demais significantes (S2). Ou seja,há um intervalo entre S1 e S2 e esse intervalo é justamente a manifestação do desejo do Outro. O Outro só busca a referência a S2 porque S1 não é suficiente. Nos casos em que há o congelamento entre S1 e S2, o intervalo desaparece e com ele a falta no Outro! Lacan ilustra essa estruturação com a figura de linguagem da “holófrase”. Trata-se da enunciação de uma frase inteira com uma única locução, por exemplo: em vez de dizer “Eu gosto de carne.”, digo “Eugostodecarne”. No primeiro caso, a frase faz sentido, pois há um intervalo entre cada palavra. No segundo não; a estranha palavra produzida só possui sentido ao ser desmembrada, ou seja, ao se lhe intercalarem espaços.Assim, numa estruturação subjetiva em que S1 e S2 se constituem como uma holófrase, o desejo do Outro não é posto em causa, pois a cadeia de significantes é tomada em bloco, como se fosse de fato completa. Como não houve intervalo entre S1 e S2, o primeiro não pôde ser isolado da cadeia e servir de referência para o sujeito. Lacan afirma que são fenômenos decorrentes dessa estruturação são a psicose, a debilidade mental e o fenômeno psicossomático. A especificidade desse último caso é que nele esses significantes que não puderam ser relativizados em função da ausência de intervalo entre eles se incrustam no corpo. Lacan demonstra essa possibilidade apelando para a experiência pavloviana com cães.
Para ler este artigo maravilho, acesse: ucasnapoli.com/tag/holofrase/